Louca sua miga

17 de jan de 2017

Resenha: Peter Pan tem que morrer


Categoria 5-5 estrelas 

Sabe aquele livro que você não dá nada mas compra mesmo assim porque o gênero é legal, a capa é bacana e o preço está excelente? Pois é... fiz isso com esse aqui e NÃO ME ARREPENDI NADA! Pensava que eu era uma leitora meio fajuta ao dizer que amava o gênero de suspense policial e mistério tendo lido apenas livros de um único escritor desse quesito, que é o grande mestre Harlan Coben. Portanto, peguei ele para bode expiatório. Gente, loucura totaaaaaaaaaaaaaaaaaal.

John Verdon é meio diferente do estilo do Harlan. Na verdade, bem diferente. Harlan deixa a gente naquela expectativa de querer saber quem é o assassino e ele só revela literalmente no final, lá na última folha. Com esse aqui não é assim. Ele te diz logo de cara quem matou. Tão de cara que o nome tá logo no título. Mas ele vai construindo o personagem ao longo da trama, te mostrando o lado sombrio dele. Te fazendo entender através de cenas onde ele mostra o lado psicológico, os porquês de tudo aquilo. Porque todo assassino se torna um por algum motivo. É legal você ver a construção do quebra cabeça. As peças fazendo sentido no decorrer da leitura. Simplesmente sensacional. Aqui a intenção não é saber quem é o assassino, mas POR QUE RAAAAAAAAAAIOS ele está fazendo isso. E mais, quem foi o mandante. 

David Gurney é um detetive aposentado, com um passado de pontas soltas. Ele mora em um lugar afastado da civilização, porque sua esposa, Madeleine, ama o campo. Mas pelo visto é só ela. Até que seu amigo, e para quem ele deve um favor, Jack Hardwick, também detetive aposentado, aparece com um caso que até então está encerrado. Um magnata cheio da grana e podre de rico, não digo rico, digo podre de rico, do tipo que, se fizer coco sai barras de ouro, morre no enterro da sua mãe, com uma bala no crânio. Tropeça e ponto. Sua mulher, quem o traia e passaria a ganhar toda a fortuna com essa morte, é a culpada e foi condenada, Kay Spalter. Kay foi condenada pela morte brutal, no enterro da sogra, de seu marido ~feat corno, Carl Spalter. Ela foi vista na cena do crime. Tinha motivos de sobra para se beneficiar de tudo isso, fim.

Mas, não foi ela quem matou. Foi? Porque parece que essa condenação estava comprada. As provas, deturpadas. As testemunhas, simplesmente sumiram depois de encerrar o caso. Estranho não? É aí que Gurney entra, porque nem tudo o que parece é. O local onde o tiro acertou o crânio do Carl parece simplesmente impossível de ser. Não tinha como. As testemunhas sumiram. Um outro cara diz que não viu Kay lá, mas viu um cara pequenininho que parecia meio mulher, meio homem, meio criança, meio doende. Um cara cujo apelido, além de ser o maior assassino, que não deixa rastros e nunca comete erros, Peter Pan.

Mas porque alguém iria contratar o Peter Pan? Quem queria matar Carl? A esposa, Kay, para ficar com toda a grana? Mas ela sendo presa, não poderia herdar nada, ficando tudo para a única filha do assassinado, Alyssia, uma drogada que faz tudo por drogas, inclusive dormir com o policial que estava cuidando do caso. E ainda tem o irmão de Carl, com quem não se dava nada bem e que herdaria toda a fortuna do cara, avaliada em muitos milhões, mas ele é dito pelas pessoas como um verdadeiro santo. 

Quem estaria por trás de tudo isso? Sem contar que Carl era um cara doente por dinheiro, do tipo que fazia tudo para conseguir o que queria. Tudo mesmo. Capaz de vender até a alma. E ele tinha muitos inimigos. Todo mundo queria sua cabeça. Então como conseguir resolver esse caso com tantas lacunas? Leiaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaam e descubram, porque eu aqui não conto mais nada!!!!!

Minha ficha de leitura:
Meta 50 livros em 2017
Livro 2-50: Peter Pan tem que morrer
Título original: Peter Pan must die
Autor: John Verdon
Editora: Arqueiro
Gênero: Suspense policial/Mistério
Páginas: 399p
Ano de lançamento: 2014 (EUA)/ 2015 (Brasil)
Período de leitura: 03 de jan 2017 - 07 de jan 2017
Estrelas: 5-5 estrelas

Quotes favoritas:

"- Quando alguém tem um grande talento para alguma coisa, há uma tentação de se concentrar nela a ponto de excluir todo o resto."

"- A culpa é uma poderosa ânsia por harmonia, uma necessidade de compensar nossa violação, de restaurar o equilíbrio, a coerência."

"- Entre crenças e comportamento. Quando minhas ações são incoerentes em relação a meus valores, eu crio uma lacuna, uma fonte de tensão. Consciente ou inconscientemente, nós buscamos preencher essa lacuna. Buscamos a paz de espírito que o preenchimento do vazio, a compensação pela violação, irá proporcional."

"na vida não há nada mais importante que o amor. Nada."

"- Acho que cada um de nós faz o que nos leva a nos sentir mais vivos."

"Mas o autoconhecimento não é um remédio terapêutico. Saber quem você é não lhe dá automaticamente o poder para mudar."



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15 de jan de 2017

Wishlist literária de aniversário


Oieeeeeeee genteeeeeeeeeee!!!!!! Bem, eu sempre falo que sou a pessoa mais FÁCIL DO MUNDO pra receber presente. Fico feliz com tanta coisa que não sei como algum ser ainda pode errar isso. Sério mesmo. Ainda coloco uma wishlist pra facilitar a vida ainda mais, quer pessoa melhor? hahahah... Sou o tipo de pessoa que se empolga fácil. Itens de papelaria, caderninhos, bloquinhos, coisas coloridas, pelúcia (principalmente de ursinho ou coruja), canecas fofas, tudo que seja fofo, em resumo, ou lembre a cultura japonesa, é a minha cara. Ou maquiagem (mas nesse item sou meio chata, mas é por causa de alergias), hidratantes (com cheiro de baunilha ou florais). E claro, o principal item de uma futura escritora que sonha em ter uma biblioteca particular, LIVROOOOOOO. Sempre que o ano inicia, faço uma wishlist do que quero ler no decorrer dele. Alguns que não pude comprar no ano anterior, e outros novos. Como meu aniversário é logo em janeiro, calha que né? Sejam bem vindos ao meu universo particular. E obrigada por fazer uma escritora pobre, feliz!!! 

Minha Wishlist literária de aniverário. 

LIVRO LIVRO LIVRO AQUI TEM LIVRO! Eu já disse livro?













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12 de jan de 2017

Resenha: Vida e morte (Crepúsculo reimaginado)


Categoria 5-5 estrelas

Oieeee genteeeeeee. Como estão vocês??? Fiquei muito feliz de abrir o meu ano de leitura com esse livro da Stephy. Estava MORRENDO de saudade dessa louca. Ano passado comprei essa versão de comemoração pelos 10 anos de lançamento de Crepúsculo, na Black Friday. Adorei o lance de compra um e leva dois, hahahaha... Você lê um livro, vira e páaaaaah, tem outro. Demais!!! Li e me viciei tanto na história de novo, que era como se tivesse voltado à minha adolescência. Obrigada Stephy por me fazer lembrar dos meus 17 anos. Me senti jovem outra vez. Não que eu seja uma velha, mas vocês me entenderam. Rejuvenescer dez anos lendo um livro. Quem nunca quis? Fiquei tão extasiada com a história de novo que reli a saga logo. Só está faltando Amanhecer, que ainda não tenho mas está na minha wishlist para comprar esse mês ainda. 

Bem... a escritora queria nos presentear de alguma forma pelos 10 anos. Claro que ela teve a ideia de publicar Midnight sun. Só a ideia, porque a vaca (te amo!) NÃO PUBLICOU. Gente, por queeeeeeeeeeeeeeee vazaram aqueles caps de Midnight sun?????? Poxa, às vezes acho que por isso ela vai acabar nunca publicando e nunca vamos saber tudo o que Edward pensou quando viu Bella pela primeira vez. Ficou perdido? Não sabe sobre o que estou falando? Bem, resumindo. Stephenie Meyer (nunca vi tanto "e" em um nome) escreveu a versão de Edward sobre Crepúsculo, tudo o que ele pensou e imaginou ao longo desse livro. Por sinal, momento curiosidade, a roteirista e o Robert Pattinson, antes de filmarem Crepúsculo, leram o manuscrito completo, para melhor atuação do personagem. E quando a gente lê essa versão percebe que, o filme não foi rodado de acordo com Crepúsculo, e sim nos moldes de Midnight sun. Só que, 12 capítulos acabaram vazando na internet antes do lançamento e antes mesmo da escritora revisar. O que a deixou muito triste e com isso, disse que não iria mais publicar o livro. Uma pena e uma sacanagem sem tamanho da pessoa que vazou. Depois dos 10 anos, pensamos que ela finalmente iria publicar e deixar todos nós felizes e saltitantes. Mas estávamos errados. Fuênnnn. Talvez por isso muitos fãs se frustraram com Vida e morte, que teoricamente é apenas uma ideia reimaginada sobre o primeiro livro. 

Maaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaas... não é bem assim. Vida e morte é sim, idêntico à Crepúsculo em muitos aspectos. Stephy disse que não tinha tempo para escrever algo novo e inédito. AH TÁ, mas teve tempo pra escrever A hospedeira. Teve tempo pra escrever A química... sei... Enfim, voltando... A história continua sendo em Forks. As sequências são as mesmas, raro alguns detalhes. Os gêneros estão trocados, menos Charlie e René. No início pra mim, foi muito estranho pensar na Bella como homem e no Edward como mulher. Foi meio bizarro. Mas a medida que a história ia fluindo, fui pegando o jeito e me apaixonando por cada detalhe da sequência. Foi legal porque ela pode mudar alguns pontos que aparatentemente ficaram soltos no original. Uns detalhes de mitologia que foram melhor esclarecidos. 

Aqui, Bella é Beau (Beaufort), Edward é Edythe Cullen. A paixão é naquela mesma intensidade. Ouso em dizer até que achei esse casal bem mais romântico. Tem umas cenas muito fofas e PIREI na mudança de escrita sobre a descrição dos vampiros ao sol. Aquela onda de só cristais na pele ficou meio tosca quando foi passada para o filme. Galera ficou ridicularizando dizendo que era purpurina. Vampiro gay, essas coisas. Aqui os vampiros são tão brilhantes, que chegam a ofuscar. Brilham como o sol, sendo quase impossível de manter os olhos neles. Irradiam um brilho inimaginável. Demais né? Comparar os vampiros com o brilho do sol, aí sim Stephy. Beau não é irritadinho como a Bella. Ele é bobo, fofo, um romântico incorrigível. E lindo. Com olhos azuis perfeitos. Já Edythe é toda sarcástica. Gostei deles. Sério. Me conquistaram.

Os outros personagens trocados foram:
Erica = Eric
Jeremy = Jessica
Allen = Angela
McKayla = Mike
Julie = Jacob
Victor = Victoria
Joss = James
Lauren = Lauren
Archie Cullen = Alice Cullen
Eleanor Cullen = Emmet Cullen
Carine Cullen = Carlisle Cullen
Royal Hale = Rosali Cullen
Jessamine Hale = Jasper Cullen
Earnest Cullen = Esme Cullen

Lauren não é homem nessa trama. O seu gênero também está trocado, é só que o nome serve tanto para masculino quanto para feminino, por isso não houve troca. Ainda bem né? Porque... vocês já viram que DAR NOMES NÃO É O FORTE DA STEPHY. Meu Deus, quantos nomes bizarros!!!!!!! 

No livro descobrimos que Beau sofre de síncope vasovagal, o lance lá de não conseguir sentir cheiro de sangue. E ainda tem uma surpresinha no final. Que eu fiquei boquiaberta e não sei se amo ou odeio aquele fim, mas num todo, prendeu minha atenção por completo e valeu à pena a leitura, com toda a certeza. E... ainda espero Midnight sun, porque sou brasileira e não desisto nunca.

Minha ficha de leitura:
Meta 50 livros em 2017
Livro 1-50: Vida e morte (Crepúsculo reimaginado)
Título original: Twilight
Autora: Stephenie Meyer
Editora: Intrínseca
Gênero: Fantasia/ Vampiros
Páginas: 391p
Ano de lançamento: 2015 (Ed.Especial 10 anos de Crepúsculo)
Período de leitura: 31 de dez 2016 - 02 de jan 2017
Estrelas: 5-5 estrelas

Quotes favoritas:

"nem era uma situação de vida ou morte, era só a escola. Ninguém ia me morder".

"Ela sorriu e, entre os lábios escuros, os dentes eram aficados e pontiagudos como as unhas".

"Eu nunca me senti tão feliz e perdido ao mesmo tempo".

"Sem o escuro, nunca veríamos as estrelas".

"Eu achava que era menos seletivo; uma garota bonita era uma garota bonita. Mas percebi que eu devia ser o mais difícil de agradar. Aparentemente, meu tipo era extremamente específico, eu só não sabia. Eu não sabia que minha cor favorita de cabelo era aquele com tom metálico de bronze porque nunca o tinha visto antes. Não sabia que estava procurando olhos da cor de mel, porque também nunca tinha visti. Eu não sabia que os lábios de uma garota tinham que fazer uma curva assim e que as maçãs do rosto tinham que ser altas sob uma fileira longa de cílios pretos. O tempo todo, só havia uma forma, um rosto que mexia comigo".

"A luz ardia na pele dela, dançava em arco-íris prismáticos pelo rosto e percoço, pelos braços. Ela brilhava tanto que precisei apertar os olhos, como se estivesse tentando olhar para o sol.Pensei em cair de joelhos de propósito. Esse era o tipo de beleza que se venerava. O tipo pelo qual templos eram construídos e sacrifícios eram oferecidos. Desejei ter alguma coisa nas mãos vazias para dar para ela, mas o que uma deusa queria de um mortal medíocre feito eu?"

"Você é, agora, a coisa mais importante do mundo para mim. A mais importante de toda a minha vida".

"Parece que minha vida nunca teve sentido até eu encontrar você. Você é a vida que eu estava esperando".

É ou não inteiramente mais romântico? Leiam, leiam, leiam!!!! 
E digam aí nos comentários o que acham. 
Beijos no coração. 
xoxo


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11 de jan de 2017

Eu não sou sua amiga


Escrito por Maya Quaresma 
21 - Jan - 2016 às 19:17h*

Não, eu não sou sua amiga. Não sou apenas isso. Por acaso você beija suas amigas como me beija? Você liga de madrugada ou aparece na janela da casa delas dizendo que está com saudade? Você anda com elas de mãos dadas na fila do cinema ou compra presentinhos para alegrar? Bem, eu acho que não. 

O que foi? Não sou boa o suficiente para você finalmente perguntar? Não sou boa o suficiente para ser apresentada para os seus amigos? O que há entre a gente? Tudo bem quando se conhece uma pessoa. Quando se estão juntos há apenas algumas semanas. Mas vamos lá, vou colocar os pontos nesses is. Nós já estamos juntos há meses e tudo o que eu recebo é um "querida, como está você? Posso te ver hoje?". Não, você não poderá me ver hoje. É isso aí que você ouviu. Enquanto não tomar uma atitude você não me terá mais. 

Anota aí e mentaliza nessa sua cabecinha que anda lenta demais nos últimos dias. Ou você me procura com um pedido formal, ou você me esquece. Sim. Se você não tem atitude suficiente, aguenta que eu tenho. Porque não dá para ser apenas metade de alguém. Não dá para ser aconchego em noites de carências. Eu sei que valho muito mais que isso. Muito mais. 

Sabe qual é o meu problema? É que eu me apaixonei por você. Não sei se isso é bom ou ruim. Mas eu me apaixonei. Apaixonei por esses olhos tão azuis cor de imensidão. Me apaixonei por esse cabelo preto que me lembra a noite. Me apaixonei pelo seu sorriso, que me faz sentir estupendamente bem. Me apaixonei pelos seus traços. Me apaixonei pelos seus atos. Me apaixonei por você inteiro. E é isso o que eu quero. Você inteiro. Não quero mais pedaços dias sim, dias não. Não dá para manter uma relação assim por tanto tempo. 

Eu quero você. Tenho total certeza disso. Quero você para todos os meus momentos. Quero você para completar minha rotina. Mas eu quero se você vier inteiro. Metades nunca foram capazes de preencher ninguém. E eu quero muito mais do que ser preenchida. Eu quero ser transbordada. 

Ou vem inteiro. Ou nem deixe suas metades jogadas pelos cantos por aqui. Porque eu não quero passar mais outros dias juntando seus cacos quebrados. De cacos quebrados, já andam bastando os meus.


*Postado originalmente no antigo blog. Porque recordar faz bem!



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8 de jan de 2017

Resenha: Não sou uma dessas

Imagem: Maya Quaresma|| Instagram: @mayaquaresma

Este livro eu li ano passado. Me desculpem por começar a primeira resenha do ano com uma leitura antiga. Tudo bem que 2016 não pode ser considerado um ano tão antigo assim, mas... vocês me entendem. 

Portanto, minha resenha deste livro vai ser um pouco diferente do formato que quero trazer para vocês. Vou ser rápida e muito sucinta nas minhas considerações. Gostei do livro. Gostei da forma como Lena aborda a sua biografia. Não é um livro qualquer sobre uma pessoa contando a sua vida e ponto. Ela quer dizer algo mais em suas entrelinhas. Deixar uma mensagem. Pelo menos, a meu ver, foi isso o que senti lendo. 

Lena é meio doida. Sua vida é uma loucura. Temos várias cenas meio bizarras. Sobre quando ela conta de seus namoros e rolos. Sua forma de ver a família, a irmã, os pais. Como foi a vida na faculdade. Quando ela começou a carreira de roteirista. É legal a forma como ela consegue abordar tudo isso. Mostra que, mesmo que leve um certo tempo, e mesmo que seja MUITO difícil, não devemos desistir daquilo em que acreditamos ter nascido para ser. Não devemos desistir dos nossos sonhos. Devemos ir em frente, não importa quantos nãos ou quantos tapas na cara ganharmos ao longo do caminho. E ela também revela que não devemos nos contentar com qualquer coisa. Nós não somos uma dessas... Não somos qualquer pessoa. 

Quotes grifadas:

"Mas não é assim que funciona. Quando alguém revela que você significa muito pouco e você continua com essa pessoa, sem se dar conta, começa a significar menos para si mesma. Você não é feita de compartimentos! Você é uma pessoa inteira! O que é dito para você é dito para você como um todo, e o mesmo vale para o que é feito. Ser tratada como merda não é um jogo divertido ou uma experiência intelectual transgressora. É algo que você aceita, tolera e aprende a acreditar que merece."

"Respeito não é algo que você consegue por meio de intimidação e bullying intelectual. É algo que se constrói ao longo de uma vida inteira tratando as pessoas como você deseja ser tratada e se concentrando na sua missão."

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